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Autor Tema:   Pasto Napier...
oscar barcelo
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enviado 12-03-2005 23:56           Editar/Eliminar Mensaje
Quiero saber sobre este hibrido, su potencial, analisis bromatologico y capacidad forrajera...Que casa comercial vende la semilla...

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cabraljr
Moderador

Mensajes: 313
De:Governador Valadares-MG-Brasil
Registrado: May 2004

enviado 13-03-2005 11:15     Presione aquí para ver el perfil de cabraljr     Editar/Eliminar Mensaje
Caro Oscar,

Acredito que você deva estar se confundindo com o pasto napier...

Este é um pasto do gênero pennisetum purpureum, portanto um capim elefante, não sendo um híbrido, e sim uma cultivar.

Foi uma das primeiras cultivares e recebeu este nome em homenagem ao Coronel Napier que foi um dos primeiros a coletá-lo na Africa.

Aqui no Brasil virou sinônimo de capim elefante ( qualquer cultivar ) entre os produtores rurais assim como também o cameroon, dependendo da região.

Conheço duas variedades: o chamado napier de cana grossa, que pertence ao mesmo grupo do mineirão, merker, etc quanto às caracteristicas morfológicas e agronômicas; há também uma variedade chamada de napier de cana fina, muito conhecida dos produtores rurais, que dá altíssima produção de MS, porém deve ser corretamente utilizada, já que se o corte for feito em idades mais avançadas, suas hastes ( colmos ) viram umas "varetas de bambú", de tão lignificadas ( duras e de baixa digestibilidade ), que são rejeitadas pelos animais.

Sua reprodução se dá por sementes vegetativas ( mudas ).

Cordialmente,

Helio Cabral Jr

Traducción

Estimado Oscar, creo que Ud. se está confundiendo con el pasto napier.
Este es un pasto del género "' pennisetum purpureum'', por lo tanto un pasto elefante, no un híbrido, pero si un cultivar.
Fue uno de los primeros cultivos y recibió este nombre en homenaje al Coronel Napier que fue uno de los primeros en que las recolectó en Africa.
Aquí en Brasil se transformó en sinónimo de pasto elefante (cualquier cultivo) entre los productores rurales así como también cameroon, dependiendo de la región.
Conozco dos variedades: el llamado napier de caña gruesa, que pertenece al mismo grupo de mineirão, merker, etc en cuanto a las características morfológicas y agronómicas; hay también una variedad llamada napier de caña fina, muy conocida entre los productores rurales, que dá altisima producción de MS, por lo tanto debe ser correctamente utilizado ya que si el corte fue hecho en edades más avanzadas, sus tallos se transforman en ''varas de bambú", tan duras
(duras y difíciles de digerir) que los animales las rechazan.
Su reproducción se realiza con semillas vegetativas.
Atentamente
Helio Cabral Jr

Trad.: Alicia Manna

[Este mensaje ha sido editado por Alicia Manna (editado 17-03-2005).]

IP: Archivada

oscar barcelo
unregistered
enviado 14-03-2005 23:34           Editar/Eliminar Mensaje
Helio,
Gracias por la definicion, veraz aqui en el sur de mexico conocemos todos los hibridos de pastos elefantes, mismas que han entrado hibridos traidos por compañias que tu ya conoces(Papalotla,Mas pasto y otras)Pero un buen amigo que fue a Costa rica trajo semilla del pasto Napier, ahora se que este pasto es el mismo elefante que conocemos aca. tu recomendaste usar un hibrido LLamado paraiso que lo ofrece matsuda.Como puedo yo sembrarlo con alguna leguminosa para que en el corte se valla ambos en la picadora para ofrecer a mi ganado lechero raza simmental Fleckvieh. Mi Profesion al igual que tu es ganaderia, pero yo trabajo mas reproduccion animal,T:E. Coleecciones seminales y I.A. Ahora quiero despues de 15 años depender mas de mi rancho y ordeña que de servicios Reproductivos, orientame sobre como alimentar mis vacas y que pastura de corte asociado con leguminosa deba sembrar.
Gracias
Oscar Barcelo

IP: Archivada

cabraljr
Moderador

Mensajes: 313
De:Governador Valadares-MG-Brasil
Registrado: May 2004

enviado 15-03-2005 07:35     Presione aquí para ver el perfil de cabraljr     Editar/Eliminar Mensaje
Caro Oscar,

Primeiramente, vou deixar claro que NÃO lhe recomendo usar o pasto hibrido Paraíso da Matsuda.

Essa é uma posição particular minha! Segundo a minha experiência própria com este pasto.

Vou lhe pedir permissão para colocar aqui neste espaço dois artigos que publiquei em um fórum de um site aqui no Brasil, e a polêmica que gerou estes artigos com o Dr. Herbert Vilela, que foi o pesquisador que introduziu este pasto aqui no Brasil, vindo da Flórida-EUA.

Gostaria de lhe pedir para ler os artigos, bem como a argumentação com o Dr. Herbert Vilela, e aí você poderá tirar suas próprias conclusões.

Estimado Oscar:
Primeramente voy a dejar claro que NO le recomiendo usar el pasto híbrido Paraíso de Matsuda.
Esa es una posición personal!! según mi propia experiencia con este pasto.
Le pido permiso para incluir en este espacio dos artículos que publiqué en un foro de un sitio en Brasil, y la polémica que generó estos artículos com el Dr. Herbert Vilela, que fue un investigador que introdujo este pasto aquí en Brasil, viniendo de Florida-USA.
Me gustaría que lea los artículos ya sea como argumentación con el Dr. Herbert Vilela, y Ud. podrá sacar sus propia conclusiones.


Seguem os artigos:

**Publicado - 02/03/2005

Caro Francisco,

Apesar do Dr. Névio indicar um agrônomo para respondê-lo, mesmo não o sendo, vou arriscar:
É tradição entre produtores rurais o corte rente ao solo de capim elefante, às vezes sendo realizado inclusive com enxada bem afiada...
Mas vamos pensar um pouco; todas as gramíneas exigem um certo nível de resíduo pós corte, quer seja por artefatos ou boca animal ( a única excessão é a cana de açucar, que dados aos elevados níveis de sacarose - CNE carboidratos não estruturais - provocariam uma oxidação e putrefação deste coto de caule, prejudicando inclusive o rebrote basal ). Isso porque as gramíneas armazenam suas reservas energéticas - CNEs - na base dos colmos e nas raízes. Quando se faz o corte rente ao solo, esta energia tem que ser translocada das raízes para as gemas basáis de crescimento, o que é um tremendo esforço para a planta, pois esgota praticamente toda sua reserva. Por outro lado, quando se realiza o corte mais alto, boa parte da energia necessária ao processo de rebrote vem dos CNEs do coto remanescente, o que aliado a um percentual de folhas fotossinteticamente ativas que também permaneceram e com isso produzem fotoassimilados, dão um "plus" energético na emissão de novos perfilhos. Outro benefício é que como o corte se dá mais alto, dificulta e muito o estabelecimento de invasoras, já que a partir do segundo corte, as plantas cortadas mais altas se desenvolvem mais rapidamente, pois suas reservas estão em ponto ótimo. Outra vantagem a médio e longo prazo é que os resíduos que ficam serão incorporados ao solo como matéria orgânica, melhorando sua fertilidade e principalmente sua estrutura física.
O temor do "envassouramento" ou "embuchamento" que dificultaria cortes subsequentes é infundado, de vez que antes do novo período de corte ( de 45 a 70 dias a depender das condições edafoclimáticas, manejo, etc ) os cotos à altura cortada já se desfizeram em palha semi decomposta.
Outra coisa que deve se levar em consideração, por mais incrível que possa parecer, é que cortes mais altos propiciam a partir do segundo corte, rendimentos mais elevados de MS, com a vantagem adicional de um maior percentual desta MS ser de folhas que são mais nutritivas e digestíveis que os colmos.
Cultivares de pennisetum purpureum apresentam diferentes caracteristicas de perfilhamento: cvs. como mineiro, pioneiro, etc apresentam mair índice de perfilhamento axial em detrimento do basal, sendo mais beneficiadas por este manejo. Cvs. como cameroon já tem o perfilhamento basal mais intenso, mas todas se beneficiam deste manejo!
Com relação especificamente ao paraíso ( o que eu até tinha plantado junto com o mineiro e o erradiquei por ser o mineiro muito mais produtivo e palatável nas minhas condições - saturação de bases em 70%, 600 kg/ha de SS na linha de plantio e 400 kg de N/ha/ano parcelado pós corte mais irrigação ) por ser um híbrido entre Pennisetum purpureum x P. glaucum, ele exige um corte a no mínimo 50 cm, sob pena de perder o vigor e a perssistência em menos de 30 meses caso não se respeite esta altura.
Faça uma experiência: em um mesmo talhão, corte uma área de 10m quadrados - 2 x 5 - rente ao solo, como todos fazem e corte área idêntica a uma altura de 40cm e pese e anote os pesos da forragem colhida ( pode ser após picada ). Após 50 dias faça novo corte rente e a 40cm respectivamente e pese novamente. Compare a produção das áreas entre sí ( aumento ou diminuição percentual em relação ao primeiro corte ) e uma versus a outra. A diferença no terceiro corte será absurdamente favorável à área cortada mais alta!
No início das águas você poderá fazer um corte rente ao solo para renovação e reiniciar o processo.
Esta é uma experiência pessoal! No princípio meus vizinhos me chamavam de "doido" ou de "gente da cidade querendo inventar moda". Hoje, já estou até dando "consultoria"!
Cordialmente,
Helio Cabral Jr

ps: o uso de ensiladeiras a campo para corte do capim só deve se dar uma única vez ao ano, pois como estas máquinas não são "especializadas" em capins, podem causar sérios problemas à capineira, prejudicando sua perssistência.

**Publicado - 04/03/2005 por Hallan Tavares dos Santos

Oi amigos, plantei este Capim Elefante Paraiso a um mês e por esses dias conversei com um vizinho que plantou o mesmo e disse que não nasceu nada meu vizinho fez correção com calcario muito boa e adubou foi plantado no mês de dezembro ele plantou em ruas, já eu a lanço uma parte passei rolo mas vi que não estava cobrindo terminei com a niveladora, agora fiquei preocupado pois a chuva está pouca peço que os amigos me contem alguma coisa deste capim quanto tempo leva p/ germinar?

Obrigado.

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Hallan Tavares dos Santos


**Publicado - 05/03/2005

Caro Hallan,

Também já plantei este pennisetum hibridum "paraíso" em novembro de 2003. O solo é de textura média, plano e bem drenado; foi corrigido até uma saturação de bases da ordem de 73%, sendo utilizado 600 kg/ha de super simples e 50 kg/ha de FTE Br 12 ( 60 kg de P2O5 no caso específico de 0,5 ha) nas linhas de plantio, 0,8m entre linhas e mais ou menos 1cm de profundidade com compactação. O plantio foi manual, de vez que era uma área pequena 5000 metros quadrados ( 0,5 ha ) e pelo fato da semente apresentar uma "pluma" que faz com que "embuche" em plantadeira. Toda a área é irrigada por sistema de aspersão em malha, enterrado a 0,5 m de profundidade. Utilizei 24 kg de sementes por ha ( 12kg no meu caso ). A germinação foi muito tardia e extremamente irregular ( não houve nenhuma intempérie que justificasse tal fato, pois em outra área plantei uns piquetes de massai - panicum maximum - que germinaram muitíssimo bem e se desenvolveram rapidamente ), dando chance ao estabelecimento de muitas invasoras, que deram muito trabalho para serem combatidas. Após 30 dias de emergência das plântulas foi feita adubação em cobertura com 40kg/N/ha ( no meu caso 100kg de sulfato de amônio ) e 42kg/ha de K2O ( no 0,5ha 35 kg de KCl ). Esta adubação foi repetida aos 80 dias de germinação. O capim se desenvolveu pouco e floresceu rápida e intensamente, perssistindo o florescimento por muito tempo, prejudicando e muito a qualidade e produtividade de capim. O capim foi cortado pela primeira vez a 60cm de altura do solo após 140 dias de crescimento como recomendado pela assistência técnica da Matsuda; os cortes subsequentes a cada 70 dias e à 60cm de altura com subsequente adubação com o equivalente a 100kg/ha de N e K ( após cada corte )tiveram uma produção MEDÍOCRE. Para piorar a situação, a palatabilidade é muito inferior à da cultivar "mineirão". Minha região é quente ( Governador Valadares - MG ). Cheguei a passar um e-mail direto ao Dr. Hebert Vilela, mas como resposta recebi uma recomendação de adubação e manejo que já haviam sido implementados por mim ( acho que ele não entendeu o meu "problema" ).
Em fevereiro em uma área contígua à anterior, de 2000 m quadrados, com as mesma caracteristicas ( solo e preparo de solo, irrigação, etc ) plantei por mudas vegetativas, utilizando o mesmo esquema de adubação já citado para o "paraíso", a cultivar "mineirão" que consegui com amigo agrônomo. A germinação foi muito rápida e vigorosa, praticamente não dando chances às invasoras. E o vigor e a produção... um espetáculo! Palatabilidade comparada ao "paraíso": muito melhor! Produção: muito maior! Perfilhamento: maior e mais vigoroso! Cortes a 40cm de altura do solo e cada mais ou menos 50 dias ou 1,80m de altura, o que chegar primeiro. Adubação pós cada corte da ordem de 50kg/ha/N e K usando uma fórmula de NPK ( 20-05-20 ) e irrigação controlada por sensor de cápsula cerâmica porosa enterrada a 20cm de profundidade ( sistema IRRIGÁS da EMBRAPA, só que feito em casa com cápsulas fabricadas pela mesma empresa que fabrica o IRRIGÁS ).
RESULTADO: estou acabando a erradicação do "paraíso" e sua total substituição pelo "mineirão"!
Outro detalhe preocupante, e este não posso atestar pessoalmente, mas através de opiniões de técnicos da área: a perssistência deste capim. Se for utilizado corte abaixo dos 60cm e a intervalos de digamos 50 dias, ele não dura 18 meses!
Como se pode constatar pelo descrito acima, não houve erro no manejo utilizado em minha propriedade; pelo contrário, acredito serem poucos os produtores que implementam tal nível de manejo. O problema é inerente ao capim, ainda mais porque sob as mesmas condições o "mineirão" deu um show!
Com relação às afirmações da Matsuda que o plantio por sementes germinativas deste capim é mais racional e econômico é muito questionável, pelos problemas já expostos, pois exige um excelente preparo de solo, o plantio é manual como no caso das mudas, a germinação lenta e irregular, e o desenvolvimento ídem... o controle das invasoras se torna então um problema a mais!
Gosto da Matsuda, pois já comprei MG-5 desta empresa e fiquei muito satisfeito. Uso também o mineral dela. Mas o capim "paraíso"... no meu caso foi um "purgatório"!
Cordialmente,
Helio Cabral Jr

ps: pode até ser que em terras de maior altitude e clima mais temperado esta cultivar de pennisetum hibridum tenha um desempenho superior às cultivares de pennisetum purpurem mais produtivas em condições mais tropicáis... digo isso por estar sendo muito comentado em vários países da américa latina um tal capim de corte "maralfalfa", que tirando uma versão de sua origem que é um tanto fantasiosa e absurda e nela só acreditam aquelas pessoas mais simplórias ou mal intensionadas, bem como o exagero de suas propriedades nutricionais e produtivas, tenho uma séria desconfiança que se trate na verdade do "paraíso" da Matsuda. Futuras avaliações genéticas diram...
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Helio Cabral Jr

Só acrescentando um detalhe para ficar claro: o plantio inicial do "mineirão" foi em fevereiro de 2004 e em meados de fevereiro deste ano de 2005, acabei de substituir o último talhão de "paraíso" pelo "mineirão"!

**Publicado - 08/03/2005 por Herbert Vilela

Helio Cabral Jr

Acreditamos que o Sr não entende nada sobre o plantio e manejo do capim elefante Paraíso, inclusive nos citando que não entendemos o seu questionamento?


**Publicado - 08/03/2005

Caro Dr. Herbert Vilela,

Com todo respeito que o sr. merece ( afinal é um pesquisador de renome nacional e até internacional ) de reconhecida competência em sua área...
Me aponte no artigo que postei onde estão as incorreções técnicas no MEU plantio e manejo do capim elefante "paraíso".
E se não entendo nada de capim elefante como o sr. exaltadamente afirma, isso realmente é preocupante, pois podem ser contados nos dedos os produtores rurais que implementam o nível de manejo de capineira de pennisetum que aplico em minha propriedade.
Com relação ao e-mail que lhe enviei infelizmente a mais de um ano e por isso já há muito deletado tanto o enviado quanto a resposta recebida ( mas desde já lhe solicito publicá-lo caso ainda o tenha em arquivo ) só posso creditar a uma falha na "comunicação" pois descreví basicamente o que relatei no artigo ( em relação a preparo, plantio e manutenção ) e ressaltando o fato do florescimento do "paraíso" ser intenso e contínuo, não permitindo com isso produtividade maior e qualidade. A resposta que o sr. me enviou versava sobre a correção do solo, adubação de manutenção e produção, altura de corte, frequência e uma comunicação de que o mesmo florescia até meados de março ( se não me engano )! Houve uma redundância na informação e não uma orientação de correção de um eventual erro de manejo que solucionasse o problema.
Prova cabal do que estou afirmando é que a cultivar de pennisetum purpureum "mineirão" plantada exatamente nas mesmas condições e para ser correto, inclusive literalmente no mesmo local do "paraíso", está produzindo muitíssimo bem!
Em momento algum do artigo em questão, sequer de forma fortuita, coloquei em duvida o seu notório saber e competência em termos profissionáis; a única menção que fiz é que o sr. poderia não ter interpretado bem o e-mail que lhe enviei, o que até acho plausível dado ao volume de correspondência que o sr. deve receber diariamente, sem contar a redação de artigos, participação em fóruns, trabalhos profissionáis, etc. Apesar de achar que me expresso com relativa clareza, creditei o fato em questão à epoca e mesmo agora a essa possibilidade!
Mas sua resposta exaltada e desmedida, procurando me desmerecer e desqualificar do alto de sua autoridade profissional, foi como o governo chinês jogar o peso de seus tanques contra os manifestantes da Praça da Paz Celestial... nós sabemos como foi o julgamento público do fato!
Me aponte por favor os "erros técnicos absurdos" e as soluções tecnicamente corretas dos mesmos, que este MICRO PRODUTOR RURAL sem NENHUMA formação na área de ciências agrárias cometeu nos dois artigos veiculados neste mesmo fórum ( em 02/03/2005 e em 05/03/2005 ) e que o levaram a enfaticamente afirmar que nada entendo sobre o manejo da gramínea em questão. Será um grande serviço que o sr. estará prestando a minha pessoa, pois corrigirá os meus erros, abrandará minha incompetência além de agregar um conhecimento inestimável e imprescindível ao meu manejo no dia a dia da propriedade.
Só espero que estes "erros" não sejam quanto a opinião de terceiros por mim apontada no quesito perssistência do "paraíso" sobre determinadas condições de manejo e no meu questionamento se este capim não poderia ser o "milagroso" maralfalfa!
No aguardo de sua resposta.
Cordialmente,
Helio Cabral Jr

** Publicado - 09/03/2005 por Herbert Vilela

Sr. Hélio Cabral,
Para não ficarmos no disse que disse... . Sugiro que você acesse o site www.agronomia.com.br e veja onde houve o seu engano. Quanto ao maralfalfa, não podemos admitir uma comparação.
Sds.
Herbert Vilela

**Publicado - 09/03/2005

Pois muito bem, vamos comparar a minha total falta de conhecimento sobre plantio e manejo do capim elefante "paraíso" com o que quero crer seja o supra sumo em termos de plantio e manejo desta gramínea como descrito ( sic ) no link "Artigos Científicos " indexação "Capim Elefante Paraíso" e no folder de divulgação/orientação da própria Matsuda:


Vilela et al. :"- O híbrido inter-específico capim elefante Paraíso é o resultado do cruzamento do milheto (Pennisetum glaucum (L) R.Br) com o capim elefante (Pennisetum purpureum Schum)"

Folder Matsuda sobre o Paraíso: " 3) Recomendações de Uso: (Capineira). Após 120 dias de plantio e posteriormente a intervalos de 65 a 70 dias entre corte. Corte à altura de 0,50m."

Helio artigo 02/03/05 neste fórum: "...por ser um híbrido entre Pennisetum purpureum x P. glaucum, ele exige um corte a no mínimo 50 cm..."


Vilela et al. : "Inicialmente fazer um bom preparo do solo, evitando a presença de torrões e tocos, deixando-o homogêneo e nivelado (sem pulverizá-lo). Isto é possível com uma adequada aração e posterior gradagem... "
"...Não omitir a correção da acidez e do AL3+. A adubação corretiva durante o semeio, deve ser feita somente no sulco de plantio e com fósforo (termofosfatos, preferencialmente o Yoorin), na quantidade determinada pela análise do solo. A fonte de fósforo pode entrar em contato com a semente sem causar nenhum dano à mesma. Recomenda-se no mínimo, 500kg/ha de termofosfato Yoorin para solos com baixa fertilidade. Quarenta e cinco dias após o plantio deverão completar a adubação corretiva com nitrogênio (sulfato de amônia, uréia ou similar) e 90 dias após, com potássio (cloreto de potássio) e ainda nitrogênio, tudo em cobertura..."

Folder Matsuda sobre o Paraíso: "Adubação de formação: de acordo com análise de solo ( inclusive os micronutrientes Zn, B, Cu, Mo e S )"

Helio artigo 05/03/05 neste fórum: "...O solo é de textura média, plano e bem drenado; foi corrigido até uma saturação de bases da ordem de 73%, sendo utilizado 600 kg/ha de super simples e 50 kg/ha de FTE Br 12 ( 60 kg de P2O5 no caso específico de 0,5 ha) nas linhas de plantio, 0,8m entre linhas e mais ou menos 1cm de profundidade com compactação..."
"...Após 30 dias de emergência das plântulas foi feita adubação em cobertura com 40kg/N/ha ( no meu caso 100kg de sulfato de amônio ) e 42kg/ha de K2O ( no 0,5ha 35 kg de KCl ). Esta adubação foi repetida aos 80 dias de germinação..."

NOTA: em vez de termofosfato Yoorim ( tem como "impurezas" micronutrientes ) utilizei super simples ( forma que apresenta boa disponibilidade de P solúvel + enxofre ) juntamente com FTE ( micronutrientes ) e na adubação de cobertura aos 30 dias pós emergência foi utilizado também o K juntamente com o N pois a análise de solo indicava índices baixíssimos de ambos e poderia haver comprometimento do desenvolvimento vegetativo caso não houvesse o aporte.

Vilela et al. : "...Recomenda-se o plantio e a adubação com fósforo linha, para obter-se uma distribuição mais homogênea das sementes e uma maior concentração do fósforo na área. Os espaçamentos das linhas variam de 0,70 a 1m..."
"...Recomenda-se de 8 a 10kg/ha, com valor cultural de 15%..."
"...As sementes devem ficar bem na superfície do solo, uma vez que, pelo seu pequeno tamanho e conseqüentemente pouca reserva, não toleram solo sobre as mesmas. A compactação destas sementes é importante para que fiquem em contato com o solo..."
"...Importante:
· Colocar a semente sobre o solo preparado em linha ou a lanço, o mais superficial possível.
· Deve passar após o plantio somente o rolo compactador.
· Proceder à análise química do solo anualmente, para avaliar os níveis de nutrientes necessários à adubação de manutenção.
· O solo, deve ser bem drenado.
· Época de plantio, após a estabilização das chuvas, até no máximo 30 dias, antes do fim do período.
· A altura de corte, em torno de 50cm do solo, exceto no último corte antes das chuvas.
· O primeiro corte, deve ser feito aos 100 a 120 dias após nascimento do capim e o segundo, terceiro e quarto, a cada 70 à 80 dias. "
Helio artigo 05/03/05 neste fórum: "...os cortes subsequentes a cada 70 dias e à 60cm de altura com subsequente adubação com o equivalente a 100kg/ha de N e K ( após cada corte )tiveram uma produção MEDÍOCRE..."


Pelo descrito acima, os companheiros foristas deveriam visitar o link indicado pelo Dr. Herbert., lê-lo atentamente e por favor me informem se o meu manejo já descrito anteriormente neste fórum realmente como afirma o Dr. Herbert está totalmente errado e aquém das necessidades desta gramínea.

Porque dentro de toda minha ignorância como afirma o Dr. Herbert, não achei nada de relevante ou de tão errado no meu manejo comparado ao manejo descrito no artigo científico por ele indicado que justificasse o desempenho medíocre do "paraíso" comparado ao do "Mineirão"! Como o Dr. Vilela não se dignou a me apontar AQUI NESTE FÓRUM, DE FORMA CLARA E COM PRECISÃO TÉCNICA QUÁIS OS ERROS QUE COMETÍ, DE VEZ QUE NÃO SEI ABSOLUTAMENTE NADA SOBRE PLANTIO E MANEJO DE CAPIM, SEGUNDO O DR. VILELA, infelizmente estou condenado a repetir os mesmos erros, já que não os pude identificar!

Já que o Dr. Herbert Vilela se dá ao trabalho de participar deste e de outros fóruns, porque não nos esclarecer diretamente, ou mais especificamente no meu caso, não corrigir os erros por mim cometidos nos dois artigos em questão neste fórum? E por favor não alegue "um disse que disse" já que nos artigos há uma descrição da técnica que utilizei no plantio e no manejo... basta fazer uma correção dos pontos incorretos ( que devem ser todos, pelo que afirma o Dr. Herbert! ).

Hipoteticamente, dou um exemplo: "O grande erro foi utilizar super simples, pois só poderia ser usado o termofosfato Yoorim..." ou "Mesmo sua análise de solo mostrando deficiência em N e K os mesmos só poderiam ser utilizados em cobertura com 45 dias de emergência das plântulas sob pena de provocar queima das radicelas..." ou ainda "O seu sistema de controle de irrigação ( EMBRAPA ) não é confiável e as plantas foram submetidas a excesso ou déficit hídrico..."

O que quero mostrar com isso é que gostaria de ter uma resposta objetiva e palpável, que serviria de orientação/correção para meu manejo e seria apreciada e avaliada por todos os foristas, produtores e profissionais da área.

O simples fato de me desqualificar e afirmar que nada sei é muito fácil e cômodo, afinal, é o decreto de uma grande autoridade no assunto em oposição a um simples produtor rural que acha(va) que sabe(ia) alguma coisa!

Cordialmente,

Helio Cabral Jr


**Publicado - 10/03/2005

Em tempo: um comentário crítico com correções técnicas pontuáis dos "grandes erros" que cometí na técnica descrita nos dois artigos seriam também de grande valia para todos os foristas, de vez que poderiam atentar exatamente para os pontos de incorreção técnica e aprenderem a forma correta e não serem induzidos a erro pelos meus artigos.

Manejo de gramíneas tropicais NÃO é receita de bolo que deve ser seguida ao pé da letra sem nenhuma margem de adequação à realidade local de cada propriedade, disponibilidade de insumos, nível tecnológico e de produção que se deseja.

Uso de uma fonte de P mais solúvel e prontamente disponível às plantas em detrimento de uma de liberação mais lenta seria justificativa plausível para um mal desempenho no primeiro ano?

Adubação em cobertura utilizando exatamente as mesmas fontes e quantidades de N e K aos 30 e depois aos 80 dias de emergência em detrimento dos 45 e 90 dias por extrita indicação agronômica baseada em análise de solo seria justificativa plausível para um mal desempenho no primeiro ano?

Preparo total de solo em julho com aplicação de agrosilício ( estou perto da Usiminas e o preço é competitivo em relação ao calcáreo ) com efetiva elevação da saturação de bases a 73% em novembro com neutralização do Al tóxico e correção da acidez ( resultado de nova análise de solo ), com novo preparo de solo para preparar o leito ( destorroamento e nivelamento ) para recepção das sementes e plantio destas na quantidade indicada pela Matsuda e juntamente com as mesmas, nas linhas de plantio o Super simples mais o FTE seria justificativa plausível para um mal desempenho no primeiro ano?

O sistema de irrigação controlado ( sensoriamento de umidade no solo à profundidade de 25cm via uso de cápsulas cerâmicas porosas enterradas; uma a cada 500 metros quadrados ( talhão ) quando a indicação seria uma a cada 10.000 metros quadrados ) seria justificativa plausível para um mal desempenho no primeiro ano?

Cortes a 0,6m de altura do solo a cada 70 dias ( sem rigidez matemática, mas variando entre 60 e 90 dias a depender do período do ano e de fatores como fotoperíodo, luminosidade, temperatura, etc ) seria justificativa plausível para um mal desempenho no primeiro ano?

Adubação de reposição/produção pós cada corte com o equivalente a 100 kg de N e K/ha, à base de formulado NPK 20-05-20 ( no caso específico 250 kg da mistura para 0,5 ha ) seria justificativa plausível para um mal desempenho no primeiro ano?

Estou em uma região de altitude de 200 metros acima do nível do mar, com pluviosidade anual em torno de 1000 mm concentrados basicamente em 5 meses do ano ( novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março ), temperatura média anual: 25.60 ºC , média mínima anual: 18.30 ºC, coordenadas - Latitude sul: 18º 51‘ 01" - Longitude oeste: 41º 56‘ 18". Isso seria justificativa plausível para um mal desempenho no primeiro ano?

Seria a conjunção de todas estas "heresias agronômicas" responsável pelo mal desempenho no primeiro ano do "paraíso"?

Com a palavra ( para orientação à todos os foristas e principalmente à minha pessoa ) o Dr. Vilela.

Afinal, o Dr. Herbert Vilela está para nós produtores rurais em termos de conhecimento agronômico, na mesma proporção que um adulto está para uma criança em termos de conhecimento de regras sociais; quando uma criança comete uma imprecação por exemplo à mesa de um restaurante, um adulto responsável jamais lhe indicaria a leitura de um manual de boas condutas de forma a corrigir seu comportamento... ao invés disso, de forma didática lhe corrigiria pontualmente o erro incorrido, dando-lhe explicações detalhadas sobre o mesmo e como corrigí-lo!

Cordialmente,

Helio Cabral Jr


Caro Oscar, com o exposto acima você pode tirar suas próprias conclusões!

Vale lembrar que a última resposta postada pelo Dr. Herbert Vilela foi a de 09/03/2005...

Desculpe-me pela extensão, mas foi necessário para justificar meu ponto de vista!

Cordialmente,

Helio Cabral Jr

[Este mensaje ha sido editado por Alicia Manna (editado 17-03-2005).]

IP: Archivada

oscar barcelo
unregistered
enviado 20-03-2005 13:03           Editar/Eliminar Mensaje
Helio,
Muchas gracias por toda esta informacion e leido todos los reportes escritos por los demas participantes que incluiste en la sesion pasada, queda claro para mi que hacer, a veces es bueno oir a otras personas y aprender de sus experiencias, en mi Rancho donde persigo solo producir leche bajo dos ordeños con ganado Simmental Fleckvieh y engordar toda mi produccion, tengo otros tipos de pastos como Pangola(Digitaria Decuembes)MG5, Brachiaria Humidicula. De todos el mejor segun e observado en tiempo de lluvias es la pangola, cada que entran las vacas a pastorear se incrementa notablemnte la produccion, pero en la sequia se torna menos productiva, es por esto que voy a establecer un pasto Elefante (Napier o Porpurem) para ofrecer en la epoca dificil de sequia, cual sera el orden segun tu experiencia de ofrecimiento en kgs de pasto verde de corte para ayudar a las vacas en la seca.
Saludos

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cabraljr
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enviado 20-03-2005 18:59     Presione aquí para ver el perfil de cabraljr     Editar/Eliminar Mensaje
Caro Oscar,

Se bem adubado e irrigado ( desde que as temperaturas mínimas não baixem de 15 graus célcius ), os pennisetuns purpureuns apresentaram uma produção um pouco maior de MS, mas ainda assim, não deverá ultrapassar 25 a no máximo 30% de sua produção total anual; por exemplo: se a produção por ha/ano for de 40 toneladas de MS, no período frio e seco ( normalmente 4 a 5 meses ), sua produção se muito bem manejado será de 10 a 12 toneladas... Ou seja, você terá um pouco de pasto de corte, mas com uma qualidade um pouco inferior.

Talvez você implantar um pequeno canavial ( dimensionado para suas necessidades de suplementação ) seja a saida mais segura para o seu problema.

Dê uma lida no artigo postado neste mesmo fórum: http://www.zoetecnocampo.com/foro/Forum36/HTML/000090.html

Talvez lhe seja de alguma ajuda para traçar uma estratégia de alimentação no período seco.

Em minha propriedade por exemplo, no periodo seco, fazemos um mix de capim elefante cortado com cerca de 60/65 dias ou 1,70m de altura ( o que chegar primeiro no período seco, já que nas águas são 50 dias ou 1,8m ) e cana de açucar mais uréia e um pouco de farelo de maiz moido grosseiramente.

São uns 18kg de cana fresca picada mais uréia, mais uns 6 kg de capim elefante picado mais 01kg de maiz moido.

Tem segurado a produção média de minhas vacas, que neste período está em torno de 10kg/leite/vaca/dia.

Devo lembrar que meu pequeno rebanho é composto esclusivamente de vacas meio sangue ( F1 ) holstein x zebú selecionado para leite ( gir ou guzerá ), com potencial genético para produzir em torno de 20kg/leite/dia, porém, só é explorado parte deste potencial, em torno de 12 a 13 kg/dia em regime ESCLUSIVO de pasto de tanzânia adubado, irrigado e rotacionado ( entre 20 e 30 dias de descanso ), no período das águas.

Com este sistema que considero o melhor para regiões tropicais como a minha, tenho o máximo de LUCRATIVIDADE no leite. Para você ter uma idéia, estou recebendo 0,185 centavos de dolar pelo litro de leite e meu custo de produção está em torno de 0,075 centavos de dolar.

Cordialmente,

Helio Cabral Jr

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oscar barcelo
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enviado 20-03-2005 20:49           Editar/Eliminar Mensaje
Helio,
Nuevamente te agradesco la respuesta, En el sureste de Mexico particularmente en mi Zona, tenemos una temperatura media anual de 30ºC, siendo la minima de 15ºC y maxima de 38ºC, estando mi propiedad en las faldas de cerros, con suelos de buena calidad. Veo que tus vacas F1 de cruza con Holstain son buenas productoras, en el caso mio, mi ganado simmental a sido mas inclinado a la produccion de sementales de carne, aprovechando los becerros buenos para dejarlos a toda leche para crecerlos bien, el promedio anual de mis vacas es de 6 Kgs de leche, sin suplementacion alguna proteica o energetica, solo minerales. Nestle Mexico paga la leche sobre 2,72 si es producida bajo pastoreo, si suplementamos con energia y proteina llega a los 3.05 pesos mexicanos, no se decirte el costo de prod. por litro, pues no lo e sacado, pero puedo calcularlo y despues te comento.
Me gustara mucho poder intercambiar mas informacion con usted, si las circunstancias se dan por este medio, mucho agradesco su respuesta.
Saludos

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cabraljr
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enviado 21-03-2005 09:31     Presione aquí para ver el perfil de cabraljr     Editar/Eliminar Mensaje
Caro Oscar,

Suas condições climáticas são muito semelhantes às minhas...
A estrategia que citei de suplementação na seca vale também para gado de corte.

Você com certeza deve utilizar creep-feeding para seus bezerros e deve estar desmamando os mesmos com 7 ou 8 meses de idade e uns 220 ou 230 kg de peso vivo para os machos e 200 a 210 para as fêmeas... ou é mais que isso?

Você utiliza o chamdo método de desmama racional, ou como também é conhecido " desmama sem stress"?

Utiliza também o controle de mamada, para a vacada retornar ao cio mais rapidamente?

Desculpe-me as perguntas, mas é que entendo muito pouco de cria e recria de gado de corte; ou melhor, não entendo praticamente nada de gado de corte, de leite,etc...

Espero ter lhe sido útil de alguma forma.

E é claro que sempre estou disposto a aprender com a experiência de produtores como você, que buscam tecnologias capazes de melhorar seu produto final, quer seja carne, leite ou ambos e com isso melhorar a lucratividade do sistema.

Cordialmente,

Helio Cabral Jr

ps: insemino minhas vacas meio-sangue com sêmem de zebuínos tipo carne ( nelore e guzerá tipo carne ), de forma a obter apenas produtos termináis ( machos ou fêmeas são destinados ao abate ), animais estes valorizados por invernistas, já que apresentam 3/4 de sangue zebuíno, com excelentes ganhos de peso, precossidade e rusticidade, e com muito boa conformação frigorífica.

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oscar barcelo
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enviado 21-03-2005 12:20           Editar/Eliminar Mensaje
Helio,
Ya que nuestras condiciones climatologicas son similares, obvia,ente en elgo seran pàrecidas nuestros manejos con los tuyos. Nuestra ganaderia es puramente Ganado de carne Simmental, Simbrah y Charolais, usamos el brahman como cruzamientos por la corpulencia y rusticidad que al hibridar nos da. Hemos usado Nelore pero lo dejamos por la baja prod. lactea que tienen. He visto en otros ranchos por aqui cerca que tienen algo de Gyr lechero semen importado del brasil, conformando buenas vacas con ubres bien definidas y potencial lechero.
En algunos lotes practicamos amamantamiento restringido donde nos permite el area hacerlo, pero no podemos practicarlo en todos los lotes por distancias y personal que no responde a veces. Los destetes van en el orden similar al tuyo 220 a 230 en machos y un poco menor en hembras, Obtenemos en sua mayoria buenos resulatdos en ciclaje de las vacas debido a no dejar caer la condicion corporal de ellas, de esta manera ciclan y se preñan mas rapido, Te e de decir de un trabajo exitos de amantameinto que realize en el rancho de un amigo que duro 3 años con resultados exelentes, fue algo de mi invento personal con la ayuda de otros. Por ahora no te lo platico por que mis hijos me llaman para ir a la playa,, al regreso te lo describo o si gustas de hago llegar tod completo.
Saludos

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josias
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enviado 10-09-2007 21:59     Presione aquí para ver el perfil de josias     Editar/Eliminar Mensaje
Caro Cabral, gostaria de entrar em contato diretamente com o senhor para trocarmos idéias sobre irrigação de pastagem e outros temas sobre o produção de leite.

Atenciosamente,
Josias.

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cabraljr
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enviado 10-09-2007 23:49     Presione aquí para ver el perfil de cabraljr     Editar/Eliminar Mensaje
Caro Josias,

Será um prazer.

Meu e-mail é:

cabraljr@hotmail.com

Cordialmente,

Helio Cabral Jr

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HILDO SANTOS
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Registrado: Ene 2009

enviado 19-01-2009 14:46     Presione aquí para ver el perfil de HILDO SANTOS     Editar/Eliminar Mensaje
Sou Agropecuaris no norte de Goias e tambem no norte de MT,gostaria que o sr Hebert Vilela respndesse as interrogacoes do sr.Helio Cabral, visto ser indagacoes muito importantes para os pecuaristas de forma geral,visto haver muita propaganda enganosa na praca, e com os custos de producao atuais ,nos pecuaristas nao podemos nos dar o luxo de viver de risco no fornecimento de volumoso ao gado.Achei muito interessante as indagacoes e gostaria definitifamente de ver o desfecho do tema.Quer serja favoravel ou nao a esse tal paraiso, visto que eu ja conheco o elefante mineral e gosto muito da produtividade do mesmo.
Outra informacao que gostaria de obter e sobre esse tal MULATO II, me parece que estao fazendo um trabalho de midia muito forte encima desse capim, alguem ja teve experiencia com o tal e gostaria de comentar algo.
Grande Abraco aos companheiros agropecuaristas.
Hildo Santos

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cabraljr
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Registrado: May 2004

enviado 20-01-2009 15:39     Presione aquí para ver el perfil de cabraljr     Editar/Eliminar Mensaje
Caro Hildo,

A discussão com o Vilela ficou por ali mesmo, não sei por que...

Quanto ao mulato II não pude plantá-lo, mas plantei o mulato I em canteiros experimentais para compará-lo com o MG5/xaraés/toledo e com o marandú/braquiarão.

Desta experiência pude depreender que o mulato e o MG5 se equivaleram em produção e tolerância ao déficite hídrico. MAs ambos tem suas desvantagens: o mulato forma muita "macega" ( material morto de folhas e caules ) e o MG5 "passa" rapidamente do ponto, lignificando muito suas hastes e sendo rejeitado pelos animais.

Mas estes problemas só ocorrem por erros de manejo...

Cordialmente,

Helio Cabral Jr

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hector donizetti
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enviado 16-02-2010 16:37     Presione aquí para ver el perfil de hector donizetti     Editar/Eliminar Mensaje
hola me gustaria que me orientaran un poco, sobre criar ganado de engorda. y que tipo de zacate me recomiendan para sembrar, ya que mi rancho da a orilla de la playa.

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hector donizetti
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Mensajes: 3
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enviado 16-02-2010 16:43     Presione aquí para ver el perfil de hector donizetti     Editar/Eliminar Mensaje
y con que dieta me recomienda seguir, envase a los siguientes ingredientes que tenemos en nuestro estado de tabasco, para becerros de 200 o 250 kgs. apoyados con pastoreo y pasto de corte. los ingredientes son los siguientes:
pasta de coco
pasta de soya
pulido de arroz
salvadillo
sorgo
sal mineral
vitaminas

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