Foro:«Bovinos General»
Tema:Búfalos: Olor en la carne
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R E V I S A R     T E M A
Grupo BúfalosAo que parece, animais velhos de descarte podem apresentar uma carne mais escura e com cheiro "forte".
Alguem teria alguma informação das causas de "odor acentuado" e "sabor amargo" na carne de búfalos
confinados. Poderia estar relacionada aos alientos utilizados em confinamento ? Quais ?
Otavio
Grupo BúfalosPrezados,
Algumas pessoas confirmaram que o uso de CAMA DE FRANGO pode gerar algum tipo de alteração.

Não tenho experiência mas ouvi vários relatos.

Atte.
Edward

Grupo BúfalosIsso aconteceu aqui ,há muito tempo atrás qdo eu confinava bovinos,tinha alguns búfalos juntos.E como sempre teve aquela estória de ter problemas para matar búfalos em frigorificos,eu os matava em
açougueiros locais,matei uns 15 com um sem problemas,mas um dia ele veio com essa estória de sabor amargo na carne.Na época achei que era conversa ,mas agora que vcs comentaram,pode ser verdade.No fim das contas ele quis um desconto sobre o valor acertado.
A dieta dos animais era cama de frango,capim e cana.
Como sempre,os búfalos apresentavam um ganho de peso muito maior que os bovinos.Mas era aquela
canseira na hora de matar.
Fábio Pimentel
Grupo BúfalosCompanheiros,
Dependendo da porcentagem de caroço de algodão no concentrado, o resultado é uma alteração no sabor e odor da carne e leite,
tanto do búfalo quanto de qualquer raça de bovino;
Quando detectei este problema não sabia da causa.
Fiquei preocupado. Pensei que fosse peculiar ao búfalo. Felizmente um técnico da Embrapa me revelou o motivo. Disse que no Paraná, onde trabalhava, houve gente que inclusive devolveu a carne de boi que havia
adquirido, devido a alteração do odor e paladar da mesma. Consciente disto,
durante um mês antes do abate reduzo ao máximo a porcentagem do caroço de
algodão no concentrado e como conseqüência o sabor e odor se confundem com
os da carne bovina oriunda de pastagem orgânica.
Verdade é também que alem da alimentação, a idade, os cuidados no abate, forma de armazenamento e tempo respectivo, métodos de
preparo para o prato desejado, inclusive os cortes de cada peça, etc.
influem na qualidade e maciez da carne.

Abraço de Migliorini - ACB- ms.

------------------
http://br.groups.yahoo.com/group/bufalos/

Suscripción:
bufalos-subscribe@yahoogrupos.com.br

Grupo BúfalosMigliorini,
Utilizo regularmente, a exemplo de diversos companheiros, o caroço de algodão no gado leiteiro e
nunca observamos problemas como este no leite. Quanto à carne, não tenho experiência.
Além do caroço voce também usava cama de frango ou algum outro componente ?
Otavio
Grupo BúfalosAmigos,

Conviví com esse problema durante alguns anos sem saber sua causa. Um detalhe : nunca descreveria esse problema como amargor da carne, e sim como um cheiro estranho, desagradável que exalava principalmente no momento do cozimento ou fritura. Também o gosto era igualmente desagradável, mas não o
qualificaria como amargo.
Sabia que essa característica desagradável não era inerente à espécie
bubalina, pois apenas a carne de um ou outro búfalo se apresentava com esse
problema, mas não sabia o motivo causador.
Uma vez cheguei a promover em minha casa uma degustação com a participação
da Dra. Hanna Arina, do ITAL, André Caleffi que lá fazia estágio, Renato
Amaral, sua esposa Heloisa, além do André meu filho e eu, sem chegarmos a
nenhuma conclusão definitiva, a não ser que determinadas pessoas tem a
sensibilidade de sentir o tal gosto ruim, enquanto outras acham tudo bom....
( O Renato çertamente está neste grupo, pois comeu carne de búfalo novo, velho, macho, fêmea, inteiro, castrado, engordado no pasto, no cocho, etc, e etc, achando tudo ótimo...).
Algum tempo depois me convencí que tudo isso de ruim decorria da cama de frango, fornecida na dieta do confinamento, antes de sua "bendita" proibição. Foi um simples açougueiro que matou o problema, aconselhando-me suprimir a cama de frango 8 ou 10 dias antes do abate.
Nunca mais sentí aquele mau cheiro, aquele mau gosto, tampouco reclamações dos açougueiros, e princincipalmente nunca mais recebi os olhares de reprovação com que todos filhos, noras, genros, esposa e agregados me fuzilavam em alguns almoços domingueiros.

Jonas.

PS 1 : Naquela época em que fazia confinamento, ministrava cama de frango
também a bovinos, ( da mesma forma que 99,9% dos confinadores brasileiros
procediam ), sem constatar qualquer prejuiso na carne bovina. Minha
conclusão simples ou simploria é de que da mesma forma que búfalos são mais
sensíveis que bovinos com alguns medicamentos, também o são com alguns
nutrientes.

PS 2 : Existe outro problema inerente a carne de búfalo sobre o qual
gostaria de saber opiniões dos amigos : Parece irrefutável que a carne de
búfalo "aguenta" menos "tempo de prateleira" que a carne bovina. Há muitos anos atrás, lembro-me de ter ouvido de um técnico que isso infelizmente decorria do festejado menor teor de gordura intra- muscular da espécie bubalina.
Que me dizem disto ?
Abraços,
Jonas.

Grupo BúfalosHá muitos anos, abatemos um lote grande de búfalos que estavam confinados, recebendo como base
proteica, cama de frango e caroço de algodão. O cheiro de amoníaco proveniente dos rins contaminou
todo o frigorífico...a carne também exalava um cheiro muito forte de amoníaco. Foi um caos. O
pessoal do frigorífico não queria ficar com a carne...a negociação, imaginem, foi difícil. Após esse
episódio, quando confinava, retirava a proteína uma semana antes do abate. Não tivemos mais
problemas...Saudações a todos.
Alonetto
Grupo BúfalosJonas

Na minha experiência o " tempo de parteleira " é menor realmente .
Algo parecido com a carne de charolês.
Com relação ao odor tive um relato de uma pessoa que confinava também ( não sei com que ) e ele atribuiu o problema que tev ( parecido com o que descreves ) ao fato de não castrar .
Acho que não tem fundamento.
Mas
Joao ghaspar de almeida

Grupo BúfalosDr. Otávio,bom dia,
Com relação a sua pergunta do dia 24 p.p. a respeito do caroço de algodão no
concentrado, eis a resposta:

Alem de caroço de algodão só uso milho moído, uréia, sulfato de amônia,
calcário calcítrico, rumenzim e sal mineral.

Abraço de Migliorini

Grupo BúfalosGhaspar,

Nunca imaginei que a carne do Charolês aguentasse menor tempo de prateleira
que dos outros bovinos. Inclusive isso parece invalidar a "tese" de que a
ausência de gordura intra-muscular dos búfalos, colabora para menor
durabilidade de sua carne na "parteleira".
Ficarei na torcida para que os técnicos no asunto se manifestem.
Abraços,

Jonas.

Grupo BúfalosPrezado Jonas, nosso admirado companheiro de lista.
A carne bovina mais apreciada mais valorizada é de origem uruguaia, com
predominância da raça Hereford, que é de maturaçãoprecoce e tem sua gordura
depositada nas partes externas aos músculos. Novilhos, que aqui nos frigoríficos do Rio Grande do Sul são considerados prontos para o abate, no Uruguai precisam de mais 4-5 e até seis meses de acabamento suplementar. Com tal cobertura de gordura depositada há um isolamento térmcio que não permite
que o frio alcance as massas musculares e a carne se conserve com todos os seus atributos de qualidade (maciez, cor, textura e suculência) preservados por mais tempo,muitomais tempo nas câmaras frias e nas prateleiras dos açougues. Para satisfazer a demanda por tal produto, os
consultores técnicos das fazendas organizadas devem se quebrar para ajustar
o planejamento alimentar, eis que a gordura é um tecido tardio (o último que se forma e o primeiro que é consumido em caso de carência nutricional) e tem alta demanada energética na formulação e na implementação da dieta. Por conta disso, nossos "hermanos de la banda oriental" obtê sobrepreço de
10-15% nas transações de suas carnes bovinas no mercado internacional. O problema - para eles - é que o território é pequeno e a pecuária ainda é regida pelo pastoreo extensivo. O Charolês, por ti citado, é de maturação tardia, isto é, cresce até idade avançada antes de inciar o acúmulo de
gordura e manifestar plenamente suas faculdades reprodutivas. Acumula pouca
gordura na carcaça e sua carne se conserva por pouco tempo sob resfriamento
com todas as suas qualidades preservadas. Por essa e tantas outras razões é
que "raça de prata que vale ouro" decai ano a ano em todo o mundo na preferência dos consumidores e, por extensão,dos criadores. Além do mais, houve um engano sob as preferências do consumidor quanto a gordura. O consumidor quer carne gorda, mesmo que tenha de rejeitar seu excesso antes
de levar o garfo com o bocado à boca. Qualidade da carne é dos assuntos mais
discutidos na pecuária bovina e há excelentes publicações à disposição dos
interessados.
Envio-te e a todos os companheiros de lista um abraço
Humberto Sorio
Grupo BúfalosPrezado Prof. Sorio,

Obrigado pelos esclarecimentos quanto a carne do charolês / hereford.
No entanto suas explicações quanto a espessura desejavel de gordura depositada na carcaça, parece se contradizer com as normas brasileiras de avaliação de carcaça , as quais consideram igualmente indesejáveis "sub ou super deposições".
O fato da preferência mundial pela carne uruguaia ( com maior deposição de
gordura ) nos permite concluir que, no seu modo de ver, os criterios brasileiros estão desfocados da real preferência mundial ?
Será que esses critérios brasileiros traduzem gostos especificamente
tupiniquins ?
Pergunto-lhe isto porque certamente muitos de nós, participantes desta lista, já vivenciamos situações em que o produto que estávamos ofertando foi desvalorizado pelos compradores justamente por estarem "gordos" demais.
Abraços,
Jonas.

Grupo BúfalosO Frigorífico Mercosul - exportador - os animais pesados e com cobertura de
gordura máxima.
São classificados como exportação os animais até 4 dentes que tenham
acabamento de gordura pelo menos 3, com mais de 220 kgs na carcaça e menos de 240. Se tiverem mais de 240 kgs, são expotação plus (+ R$ 0,02 por kg).
Já os animais com mais de 4 dentes, precisam ter mais de 240 kgs, com o mesmo acabamento, para serem exportação e mais de 260 kgs para exportação plus.
Sergio Souza Fernandes
Grupo BúfalosCompanheiros da lista,
Pesquisadores da Embrapa e de outros paises
Favor nos fornecer mais dados sobre este assunto - "odor da carne" Foram muito valiosas as informações que até aqui chegaram a nós. Mas, penso que é muito pouco para uma questão de tão relevante alcance.
Precisamos de mais pesquisas neste sentido, se as informações que tivemos se
esgotaram.
Pela atenção que dispensarem neste sentido, desde já agradeço em nome da
Associação de Criadores de Búfalos de MS.

Abraço de Migliorini

Grupo BúfalosSenhores,

Seria de grande valia que, instituições e pesquisadores que estejam recebendo financiamento publico para pesquisa com bubalinos, se identificassem relacionando projetos concluidos ou em andamento
para possibilitar a transferencia destes conhecimentos, aos criadores e a quem tenha interesse na materia.
O que conhecemos sobre a especie ?
O que necessitamos conhecer prioritariamente?
Os projetos objeto de financiamento são os de interesse prioritario para a bubalinocultura brasileira?
Um abraço
Nelson

Grupo BúfalosRecebemos email do Prof. Luigi Zicarelli esclarecendo que na experiencia da
Itália, onde os animais são usualmente mantidos em confinamento, o mau cheiro na carne ocorre quando os animais destinados ao abate permanecem nos dois ou tres ultimos meses precedentes em ambiente "sujo" ou enlameado (com deposição de esterco), não se percebendo este cheiro quando mantidos em
ambientes limpos.
Otavio
Grupo BúfalosPrezado Migliorini,

Recentemente você e outros importantes criadores da lista concordaram que
seria interessante pensar na reformulação do site da ABCB, principalmente
com o emprego de avançados recursos da tecnologia da informação e do marketing digital.
Agora, quando você pede a técnicos e pesquisadores que continuem a oferecer
informações à LISTA sobre estudos que contribuam para a melhoria da qualidade da carne e demais produtos de origem bubalina levados ao mercado, tenho certeza de que muitas respostas técnicas chegarão, precisas e importantes mas publicadas na mídia errada, com possibilidades de contribuírem para a formação de uma falsa imagem negativa dos búfalos junto aos compradores que também freqüentam a lista, como por exemplo, da
ocorrência do odor da carne em função de um mau manejo no confinamento.
A mídia certa para publicação destas discussões técnicas (sistemas de produção, nutrição, qualidade da carne e do leite, etc.) e outras de interesse específico de criadores e técnicos deveria ser o site da ABCB, reconstruído como portal do agribusiness com búfalos, segmentado por canais com áreas restritas, ou seja, por acesso mediante "login" de usuário
cadastrado.
Como me parece muito difícil que isso venha a acontecer, você não tem interesse em discutir essa possibilidade para a Associação do Mato Grosso do Sul?
Um abraço,
Roberto

Grupo BúfalosOlá Migliorini,

Em 15 dias no máximo, estarei apresentando por meio digital as soluções "DMT
agro" propostas para implementação do portal ACB-ms, incluindo um layout da
página index, com os respectivos custos de produção, de manutenção e mecanismos de atualizações.
Na verdade, estou muito animado quanto às possibilidade de chegarmos a bom
termo pois além do nosso entendimento comum de que a "Internet é o meio de comunicação de maior alcance e menos oneroso", as soluções propostas com a ferramenta "DMT agro" são formuladas para disponibilizar algo mais complexo do que um simples website, mais barato do que aplicações específicas e desenvolvidas para a comunicação digital interativa, completa e de baixo custo que potencializa essa grande mídia para a perfeita integração de todos
os agentes envolvidos na cadeia produtiva do agribusiness com búfalos.
Um forte abraço,
Roberto.

Grupo BúfalosRoberto, bom dia,
É o que mais quero para a Associação do meu
Estado (ACB-ms.) ou seja, um "site" nos moldes que você vem sugerindo há
vários meses para a ABCB. Isto porque, como sabemos, a Internet é o meio de
comunicação de maior alcance e menos oneroso.
Pelo fato da ACB-ms. ainda não ter sua
independência financeira, me propus participar pessoalmente nas despesas
para a reformulação do "site" da ABCB por você sugerida - declarei até valor
desta participação, que aliás, continua a disposição da nosso Associação.
Acho muito estranho o fato de ter caído no esquecimento algo tão importante
para o nosso negócio.
Outrossim, comungo com seu ponto de vista, no
que tange tornar público e notório certos assuntos, ainda estão mal resolvidos e que deixam margem a conclusões preconceituosas.
Por outro lado, favor fazer chegar ao meu
conhecimento quais as ferramentas necessárias a produção de um sitio nos
moldes por voce preconizado, as despesas respectivas, custos mensais de
manutenção do portal, etc.
"Ipso fato", antecipo meus agradecimentos.
Quando pisar em chão matogrossense,
lembre-se - em Nova Andradina - MS. voce tem um amigo. Não esqueça de visitá-lo.

Antonio Rozario Migliorini

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